Já não sei se o céu é o azul, tão pouco
Se brancas são as nuvens que o permeiam
Nem mesmo se ainda te quero ou não
Um vão
E como dizia o filósofo de que apenas sabe que nada sabe
Vou mais além, nem mesmo disso
Acho que sei. Não sei
Quem sabe?
Não dizem que os paradigmas existem para serem quebrados?
Acho os meus foram os primeiros
Uma sacolejada de mundo, e me deixou perdido
Me faz um favor? Me mostra? Porque ainda não o fizeram
E esse soneto da indefinição, termina como se propôs
Indefinido
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Pra quebrar um pouco o gelo aqui, onde tão pouco acontece, mas tanto dito, tanto expressado. Venho com este pequeno soneto, de um eu indefinido e repleto de dúvidas, que invariavelmente me deixam assim.
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Soneto da Indefinição

Um comentário:
Gostei desse Soneto.
Me encontro assim, Indefinida.
Parabéns pelo Blog. =D
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