25 novembro, 2016

Poema #6



Com tantas pessoas
Senti-me só, ébrio e infeliz
Definições baratas,
para um moribundo qualquer

Ah desígnios meus
Gostaria que me bastassem
Mas ao perder-me nos anelos nossos
Sei que nada valem
Desvaneço

Sigo,
Então,
Escravo de mim.

(Gabriel B. Rodrigues)

3 comentários:

Tati disse...

Se essa tua poesia fosse imagem, teria o tom de Edward Hopper!

Graça Pires disse...

Quando a solidão invade a alma, escrevem-se poemas assim... Gostei.
Uma boa semana.
Beijos.

Bruna Morgan disse...

Os poemas mais bonitos e verdadeiros são sempre sobre a solidão haha